segunda-feira, 4 de junho de 2018

mono

Nunca estive tão deprimido em toda minha vida

domingo, 3 de junho de 2018

Quem vai me matar agora?

Tenho tido pressão baixa sempre que saio de casa, to desenvolvendo pânico de uma maneira que ainda não tinha acontecido comigo. É estranho tentarem acabar com minha vida, mas as pessoas não vem me matar. Agora estou nessa cidade, distante de tudo, com ódio de todos. Fui Roubado, usado, difamado, mas no fundo eu permiti que tudo isso acontecesse. Eu espero o pior dos outros porque sempre me projeto nas pessoas, mas vocês me superaram. Arquétipos do meu apocalipse pessoal, não é o fim do Mundo, é apenas o fim do meu Mundo.
Quem vai me matar agora?
Quem vai me matar agora?
Quem vai me matar agora?
Quem vai me matar agora?
Quem vai me matar agora?
Quem vai me matar agora?
Quem vai me matar agora?
Quem vai me matar agora?
Quem vai me matar agora?
Quem vai me matar agora?
Quem vai me matar agora?
Quem vai me matar agora?
Quem vai me matar agora?
Quem vai me matar agora?
Quem vai me matar agora?
Quem vai me matar agora?
Voce?

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Sombra dos Sanguessugas

Fiz essa música sobre as pessoas que me usaram e me abandonaram

Nem sanguessugas me querem mais , porque você drenou todo o meu sangue
Levou meu plasma, me deu asma, me largou  na guerra, levou o meu tanque
O horizonte é mais bonito de se olhar ao lado de quem está vencendo
O Sol brilha pra todos, mas ninguém quer dividir a sombra com quem tá perdendo
Dentro do meu tênis sufoco o meu pé, marchando nessa esteira desligada chamada fé

domingo, 27 de maio de 2018

Soe sua Insônia

1, 2, 3, 4, 5 meses
que eu não durmo sem me revirar na cama algumas vezes
6, 7, 8, 9 Dez mil baratas de ouro em um esgoto nobre
Meu pesadelo canta trashmetal no berrante
Enquanto o corpo sua fora todo o desodorante
Um reflexo infinito que me julga a todo instante
Auto depreciação virou rotina
Mas sou Eu que sou maçante

Parcelei em 37 vezes minha vida no cartão 
Quem nao deve
Nao teme
Mas quem teme
Chama o medo de irmão
E não precisa teste algum de DNA 
para comprovar
Somos gemeos siameses 
que desafinam ao cantar
Nosso estado de espirito é mal assombrado
Uma casa dos horrores onde o aluguel ainda não foi pago
Estamos a zero dias sem comer o pão que o diabo amassou
Ele é nosso chapeiro e o lanche nunca esfriou

1, 2, 3, 4, 5 meses
que eu não durmo sem me revirar na cama algumas vezes
6, 7, 8, 9 Dez mil baratas de ouro em um esgoto nobre
Meu pesadelo canta trashmetal no berrante
Enquanto o corpo sua fora todo o desodorante
Um reflexo infinito que me julga a todo instante
Minha auto depreciação virou rotina
Mas sou Eu que sou maçante

Vanila, Veneno & Carrasco

Se você ja ouviu falar de mim, provavelmente foi mal
metástase de mentiras formam  um fractal
Um circulo nunca é a forma perfeita se eu estiver dentro dele, meu caos é sereno
A Terra não é plana e eu não sou pleno, confiar em vocês foi doce como vanila e veneno
Famosos não querem ser amigos virtuais 
de futuros executados em praça publicas reais


Eu deixei dar a minha opinião pra não ofender quem hoje me deixou no chão.
A sua poesia eu detestei, a musica que você me mandou eu não escutei 
porque eu tava ouvindo os problemas de gente que eu nem sei
o sobrenome ou erros que elas cometeram, mas todos preencheram
os requisitos para serem meu carrasco
churrasqueiros que não entendem de carne mas querem fazer churrasco

Segredos inventados sobre mim tocam em falantes nos carros de som
Faça um post pedindo minha cabeça numa bandeja, ela está em promoção
Busco minha rapsódia e quem sabe nela uma salvação
Tenho ódio por parodias e de quem acha que isso é composição

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Sua mentira, meu problema

Problemas. Que se juntam e nem todos são problemas, alguns só querem ser mesmo, veem problemas reunidos e criam uma identificação, e aí decidem “vou ser um problema também”. Pois você pode ser o que quiser nessa vida, inclusive problema meu. Eu recebi ameaça de morte, 3x em 24hrs, de uma pessoa só. As contas não batem, foram 3 ligações e eu só tenho uma morte, jogue joquempo com si mesmo, você tem duas mãos. Eu to entrando num túnel, evite buzinar, faça uso dos aplausos médios de ódio disponíveis no acostamento. Me chamaram pra ir até Petrolina trabalhar numa capotaria, em Pernambuco, sumir, labutar e morrer caduco, virar pastraminhoca. Tudo que eu tinha eu perdi, menos os xingamentos e teclados apontados pelo dedos, eu perco cabelo e fazem tiro ao calvo. Sofá vermelho, sofá laranja, peguem meu sangue carne e penas e façam uma canja, e aí joguem no esgoto, e sirva miojo pra todo mundo. Não odeiem de estômago vazio. Eu odeio vocês, então vou comer algo.